Sunday, October 4, 2009

Now I’m fifteen years of strangers looking into each other’s eyes

    Como eu já falei infinitas vezes de histórias com relação a idas à minha dentista, hoje eu vou falar sobre a filha dela.
    Ela tem 9 anos, é baixinha, gordinha, de cabelo enrolado loiro. É do tipo que gosta de ursos, cachorrinhos-bebê, princesas, rosa-bebê, tons pastéis, ballet, corações, músicas da Vanessa Carlton e pôe fotos de rosas digitalizadas como imagem de exibição de orkut.

Todo mundo conhece uma pessoa cafona e horrorosa (de espírito) assim.

    Acho que eu deixo TÃO explícito o meu ódio em relação à coisas cafonas, românticas, melosas e encantadas que as minhas duas tias fizeram a mesma piada no meu telefonema de aniversário: “tá se arrumando pro baile, amor? Vai usar um vestido de lamê rosa, também?”

“Que linda que eu estou. Pareço uma rainha. Essa é a minha noite.”

    Fiquei extremamente contente depois que elas me ligaram. Isso só mostra que a imagem que elas não têm de mim é exatamente a que eu não queria que elas tivessem. God bless my family. Mas isso foi só um comentário aleatório que achei necessário.

    Bom, como eu já disse, segunda feira passada, dia 28, foi meu aniversário, de 15 anos. As pessoas estavam super “nossa, que linda, já é uma mulher!”. A-hã. Meu dia foi a mesma porcaria de sempre. Peguei ônibus lotado com a minha coordenadora fazendo cara de cu (é, minha coordenadora pega o mesmo ônibus que eu), com o mesmo motorista incrivelmente careca e bigodudo, comi a mesma barrinha-casquinha-de-lápis-de-cereal às 9:40, estudei como um cão para o prova do dia seguinte do mesmo jeito. A única coisa que mudou foi que depois depois de 15 anos de a minha mãe ter me tido, esse dia apareceu de novo (mas sem outro parto, pelamor de deus). uau, hein. grande coisa. a parte boa foi poder parar para rever tudo, pensar em tudo o que aconteceu. e isso nem foi uma coisa muito longa e marcante.
    A parte boa foi que as minhas amigas lindas, maravilhosas, fofas e amadas prepararam uma festa surpresa pra mim. É, eu também não esperava! Ganhei uma tarde com muitas das pessoas mais importantes do mundo pra mim, bolo, decoração toda vermelha, um peixe (peixe, não. Sr. Norberto, por favor), um scrapbook estampado com torres Eiffel e ovelhas, uma ovelha de pelúcia, um livro, uma pulseira de madeira toda trabalhada… e a minha mãe, apesar de saber há tempos que eu não sou do tipo tradicional-cafona, quis me dar um jóia, a minha primeira jóia (tenho vontade de vomitar todo o macarrão que eu comi no jantar quando apareci uma expressão com o prefixo “primeiro”. primeiro amor, primeira jóia, primeiro sapato de salto, primeira vez. é tudo tão insuportável que eu não sei nem como exprimir.). mas tadinha, é um par de brincos bem bonito, que tem um significado maior que esse cu de “primeiro”.

(essa foto foi tirada assim que eu chegui na cozinha da Ve e estava todo mundo lá dentro, conspirando contra a minha pessoa há mais de um mês.)

“Mentira? Vou matar todo mundo.”

Enfim, é isso. Espero poder ser mais velha que isso o mais rápido possível. Amém.

Beijos nicoleitions.

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Monday, September 7, 2009

just a little bit caught in the middle

Eu PENSAVA que estaria com pouco tempo.
Mas agora eu tenho absoluta certeza de que ele é nulo.
Juro por deus, nunca fiz tanta coisa ao mesmo tempo na minha vida. Até emagreci, de tanto lugar que eu tenho que chegar correndo e do pouco tempo que eu tenho pra comer. Muito sério que eu já estou cansadésima e não vejo a hora de isso acabar.

Que assim seja.

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Saturday, August 15, 2009

I don’t exist!

Se antes eu postava a cada 3 meses, agora vai ser tipo só em dezembro mesmo. O negócio do cursinho se resolveu, vou fazer mesmo, entrar na Federal e mais pra frente eu penso no resto. Já me conformei. O duro é que eu vou ter umas 6 horas livres por dia, que eu vou usar pra dormir.

Eu estou escrevendo agora por escrever. A Regina tá cantando sobre o Daniel Cowman, e enquanto ela aperta as teclas do piano, eu digito e finjo estar tocando com ela. É bom poder ter as coisas fluindo das mãos, não é? Eu gosto muito de escrever. Ela gosta muito de tocar. Então que façamos isso juntas (aleatório, desnecessário)!

Essas duas semanas de férias à mais, que eu e o Gui apelidamos carinhosamente de Férias do Porco, não estão servindo pra nada. Enquanto as pessoas não têm aula, elas vão pra rua. E aí contráem a doença (ou então passam para os outros). Parabéns, Ministério da Saúde! Grande ideia!

Aliás, estou ansiosa pra que o cursinho comece. Acho tão gostosa, a perspectiva de conhecer gente nova que etsá interessada no que faz (du-vi-de-o-dó que quem não queira esteja gastando com cursinho), e sair um pouco da rotina (tudo bem, vou começar uma MUITO mais true hard metal, mas não tem como negar que é diferente), ver lugares novos (é na antiga cracolândia! EBA!)… Espero que supere minhas expectativas.

Quanto às aulas normais, não estou com a ínfima vontade. Coisas que eu não tenho o menos interesse (e duvido que um dia o tenha), pessoas insuportavelmente desinteressantes e superficiais… Façam uma correntinha de oração pra mim, certo? Vou precisar demais pra encarar mais quatro meses aqueles rostos que eu tanto odeio.

(Minha vontade de cursinho se deve à seguinte matemática: cursinho=federal=jardim são paulo NUNCA MAIS!)

São duas e meia da manhã, e citando Regina, “Soon I’ll go to sleep”.
Boa noite, bom semestre, boa vida.
um beijo.

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Saturday, August 1, 2009

Minha ideia pra mim ou sua ideia pra mim?

Logo avisando que é um post “when I grow up, i wanna be famous”.
(e espero não me sentir muito ridícula por ele num futuro próximo)

A gente planeja, sonha, almeja, luta e espera os nossos sonhos, nossos objetivos. Algumas coisas desde sempre, outram vão surgindo com o tempo.
O meu é, e sempre foi, morar fora. (O plano inicial era morar na França, mas essa minha concepção de “França” mudou de um ano pra cá)
Mas o plano da minha família para mim era diferente.
Minha mãe queria que eu tivesse mais chances que ela;
Meu pai, que eu fosse mais esforçada que ele;
e meu irmão, que eu fosse mais corajosa que ele.

Não sei se vocês repararam, mas no parágrafo acima rolou uma incompatibilidade cósmica.

Nas últimas semanas, fiz matrícula num cursinho pré-vestibulinho para tentar entrar na Escola Técnica Federal. E só hoje eu vi que, com isso, estaria adiando (e MUITO) o meu plano da vida toda pra agradar à minha família, e não à mim. Quando me matriculei, pensava que aquilo vinha de mim. Só então que cheguei numa conclusão.

“Sabe quando você toma um sabor de sorvete a vida toda? Você adora sorvete de flocos, e não toma outro porque acha que é feliz com o de flocos. Até que chega uma pessoa e te fala do sorvete de amora. Blá blá blá sorvete de amora, sorvete de amora isso, sorvete de amora aquilo. E quando você vai ao mercado, compra o de amora por impulso, e quando o experimenta, se pergunta como podia ter vivido sem ele antes.” (Pessl, Marissa, 2006)

é meio que isso. Fiz o que me planejaram pra ser feito, pra que no futuro eu tenha um marido de comercial de perfumes da Lacoste, um labrador dourado e uma escadaria de vidro (e um closet grande. BEM GRANDE).

Só que não é BEM isso o que eu quero.
Na verdade, não sei.
O que eu quero?

não posso desistir do curso no meio do caminho pra viajar, além de ter que fazer um ano de curso técnico para me formar além do colegial (é obrigatório). não acho certo desistir do futuro bordado-à-mão dos meus pais, e nem do meu, que vem do fundo da alma (ou do útero, como diria o professor de ballet da Ve).

Algumas coisas a gente gostaria que tivesse um Power Ranger vermelho pra escolher. :/

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Saturday, July 4, 2009

adultério

Hoje, depois do almoço, sentei-me na cadeira com meu casaco xadrez e ele estava com um perfume diferente.

Você vê. A gente atravessa a cidade, procura uma loja, um casaco decente, com tanto carinho e dedicação. Demora pra usar porque não quer estreiá-lo logo, com medo que gaste. Se prepara toda quando chega o Grande Dia, para não decepcionar. Lava com amor, com sabão especial, acariciando-o. Não deixa ninguém chegar perto, não empresta pra ninguém. Ele é to-di-nho seu. Dorme sempre quentinho, no escurinho. Não o troca por nenhum outro; ele é insubstituível, inigualável, grandioso & maravilhoso. Gosta de vê-lo sempre bem, arruma suas pequenas imperfeições, tentando sempre levá-lo à sua melhor forma.
Até que o verão chega. Você é obrigada a abandonar a lã pelo algodão e trocá-lo por uma camiseta. Meio que o esquece, no canto direito do armário (mas sempre esticadinho).
Três meses depois sem ao mesmo vê-lo, você o reencontra e sai com ele, toda feliz. Ao voltar pra casa, percebe que ele está com um cheiro diferente.
Casaco, você está me traindo?

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Wednesday, May 27, 2009

eu não cumpro muito promessas.

deu pra ver isso muito claramente aqui, né?

mas durante toda essa semana eu andei bolando um novo post. sai… hm… assim que ficar pronto, sei lá.
vou fazendo lenta e gradualmente, certo?

Meus dias têm sido péssimos. Absurdamente péssimos. E isso não é aquele tipo de coisa que se resolve quando vem uma amiga me consolar e me dá um super abraço. Tô num momento muito “oi sou adolescente e tenho hormônios, por isso podem pensar que eu sou bipolar.” Juro, odeio estar assim e odeio ter que fazer as pessoas ao meu redor lerem isso ou verem isso em mim. O pessoal do coral sempre me pergunta se eu estou doente, devido à minha palidez excessiva nestes últimos 3 meses. Eu percebo as pessoas que eu vejo todos os dias numa situação parecida. Pessoas que antes eram o My Little Poney em pessoa, saltitantes e cor de rosa agora ficam quietinhas, engordando sozinhas, soltando um riso um tanto forçado pra não aparentar estar tão triste sem motivo.O que é essa onda de tristeza? eu já fui tomada por ela. no começo a gente canta “can’t stop me from having a good day in a bad day”, mas com o decorrer das melancolias, vem uma onda e arrasta a gente pra esse oceano. Parece que dura só uma semana, mas aí essa semana passa e a coisa continua. e se prolonga por meses! Quando isso acaba? Alguém tira as cartas pra mim? 


(momento absoluto adolescente emo monga que ouve Evanescence e tinge todas as roupas com tinta Guarany)

Tô vivendo e esperando passar.

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Sunday, March 8, 2009

sai, capeta!

Sim, faz milênios que eu não posto nada. Mas foi por falta. Falta de tempo, falta de paciência, falta de assunto, falta de criatividade: falta tudo.

Passou dezembro todo, meu natal foi insípido, meu reveillon foi passado no hospital incrível da igualmente incrível cidade de Eldorado, 15 mil habitantes, com direito à injeção e soro na veia. Janeiro foi ótimo pra dormir às 4h e acordar às 14h, ir na casa das amigas, mofar, ler, ouvir música, filosofar, mofar mais um pouco, futilizar, gravar cd (hahaha isso super está no meu cotidiano!), cantar, gritar, pular, emagrecer, dançar. Foi muito bom. Aí chegou fevereiro (Zzzzz), revi todo mundo que eu queria rever (quem eu não queria também), engordei o que eu tinha emagrecido, matei mais pernilongos do que jamais havia matado durante toda a minha vida. Carnaval foi um desastre (Aninha está pior do que nunca. Sério, MUITO insuportável.), fiquei doente (e essa gripe se digievoluiu pra uma crise de asma, que AINDA não passou) e agora tô aqui. Fazendo nada, e me estressando por não poder fazer nada.

Vou digitar algum texto, não espero que fique bom. É só pra eu não perder o hábito (que eu acredito que já esteja há muito perdido.)

4:15 da manhã. Levanta porque já não tem mais sono como tinha antes, agora vai dormir assim que o Bonner diz “Boa noite” e se levanta quando cansa de rolar no travesseiro que, à medida que o tempo passa, não mais parece um tecido recheado de espuma, e sim uma tábua de madeira farpenta. Deixa o marido deitado. Aquele mesmo que ela não sabe se ama, mas convive por hábito. Vai até a penteadeira, confere as olheiras, as rugas, a flacidez, os cabelos brancos. Tenta disfarçar tudo isso com ajuda da cosmética; produtos baratos saídos diretamente do catálogo da vizinha, Marlene (que, obviamente, não adiantam em nada). Pega qualquer roupa que faça conjunto, qualquer coisa sintética, “pra aliviar esse calorzão de Cuibá”. Desce até a cozinha para comer qualquer coisa pra se manter em pé até a hora do lanche do trabalho (porque na verdade, ela passa meio mal quando toma café da manhã). Passando qualquer coisa educativa no canal educativo, ela assiste.

[continua, eu prometo.]

Posted by nicccccccc in 03:33:24 | Permalink | Comments (1) »

Tuesday, January 6, 2009

mi nombre es cameron dias

listinha de ano novo:

-Cumprir todas as coisas que a Bolo me propôr;
-Escrever mais aqui (mesmo que todos os leitores tenham me trocado pelo blog do C! ou sei lá)
-Aprender francês (ou tentar)
-Aprender violão decentemente
-Estudar loucamente

Nossa, não sou nem um pouco clichè não, tá.

Mas aí, eu tava ouvindo Camille agora. “La demeure d’un ciel”.
Eu ouvindo e me achando a super francesa, mas foi mais uma mensagem subliminar da vida até mim.
O que eu entedia como “blablabla des pures” (HUAHAUHAUH só eu pra entender coisas do tipo. eu sou muito doente) na verdade era “Quelques pelotes de nuées” (super parecido), que significa  “algumas pelotas de nuvens”.
É uma cilada, Bino.

Aliás, falando em doença, eu acho que eu sofro de TOC.
é muito sério.
Desde pequena eu tenho esse pequeno problema.
E tenho mania de despedaçar as coisas (tipo embalagens, guardanapos, tecidos, papéis - qualquer coisa que me tire do tédio profundo). É o tipo de coisa que irrita minha mãe profundamente, haha, mas eu não ligo muito não, porque não agride ninguém.

Quem me conhece provavelmente já me viu picotando alguma coisa (guardanapos são as minhas vítimas preferidas. Mas não gosto muito quando eles estão molhados, porque ele ficam muito propensos à rasgos. Mas ao mesmo tempo eu meio que amo quando eles estão molhados por causa dos rasgos. então não sei.)

Como Camille diria,

I didn’t get it from the lord

But i know i got it

Bisou.
Posted by nicccccccc in 16:56:33 | Permalink | Comments (1) »

Monday, December 22, 2008

hedonismo hedonismo hedonismo

Depois de vários meses sem postagens, eu levanto no meio da noite com essa vontade irresistível de publicar alguma coisa aqui no blog.

Hoje eu quero falar sobre os meus momentos hedonistas, porque é uma coisa que eu tenho vivido nos últimos meses;
Tem algumas coisas na vida que me dão um prazer tão grande, um alívio, talvez, que me chegam à dar vontade de chorar (é estranho, eu sei.)
Eu sei que é meio chato esse tipo de postagem, mas eu vou listar as coisas mais excitantes pra mim.
Encontrar pra vender pirulitos da Chupa Chups e comprar todos. Todos mesmo. E se o dinheiro não der, eu compro o que dá e volto pra comprar mais depois. E depois come-los em uma tarde, lendo.

Pessoas ruivas. Parece estranho (MUITO estranho), mas eu meio que me emociono em falar com pessoas ruivas. Mas aquele cabelo ruivo é tão… flamejante, não sei. (não me importo de ser brega, ok?)
(esse tom de ruivo da menininha é o mais lindo do mundo. morro muito.)

O cheiro do perfume Giovanescence Frescor, da Giovanna Baby.
Não, não tem aquele cheiro tonto de bebezinho babão. Nãããão. É um cheiro que mata a minha sede (é, tem coisa que não dá pra traduzir em palavras.). Meio melancia, meio limão. MUITO bom.

Xenofilia.
Eu simplesmente AMO falar com qualquer pessoa nova que aparece. Principalmente se ela for de fora (da cidade, do estado, do país, do planeta. tanto faz.). Amo amo amo amo. Deixo de fazer o que estava fazendo pra poder ir falar com ela.

A Avenida Paulista no natal.
ATOOOOOOOOOOORON. Coisa linda. Principalmente ao entardecer, exatamente quando a lua entra no lugar do sol, e por um ínfimo de tempo, ficam os dois, um perto do outro. E se for num dia de chuva, é perfeito.

Por enquanto, só me recordo desse tipo de coisa que me deixa sem ar.
Espero que não me achem muito louca.
Já questionaram à Nicole sobre acompanhamento psicológico.
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Sunday, October 5, 2008

Mil anos depois… + Nostalgic + John Lennon babão

…resolvi tomar coragem para retomar isso aqui.
Era tão gostoso! Mas tomava um tempo enorme… Anyway, aqui estou.

Passaram as provas, me ferrei gostoso em matemática (é, de novo) e em dg, mas nas outras matérias fui uma das melhores da sala.

De qualquer modo, esse foi um tempo de mudanças, de conhecer gente nova, de afirmar ainda mais a gente ‘velha’, de comer bolo, de cantar, de comer muita salada, de chegar em casa de tarde, de não dormir, de ler que nem uma louca, de ser mais legal com a minha família, de estudar mais, de me ocupar mais, de rir menos, de ter mais dores nas costas, de mandar várias pessoas várias vezes tomar no cu (sou fofa, beijos).
Foi… isso.

E esse John Lennon era um cocô!
Ele se achava melhor que os outros Beatles e quando eles foram encenar a peça Sonhos de uma Noite de Verão, ele quis o papel principal. ISSO NÃO SE FAZ, JOHNZINHO! Precisa do consenso de todo mundo, meu filho. Senão não rola.
Só pra embonitezar, uma fotinho do Georginho fofo com a Pattie Boyd, sua ex-esposa, que acabou se casando com o Eric Clapton e parece muito a Hillary Duff.

esse corte de cabelo Rei Arthur do Geo tá um coco verde, maaaaaaaaaas ok, nós sabemos que ele já teve melhores cabelos. E eu adoro a boina da Pattie.

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